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O crescimento hoteleiro em São Paulo - ( 25.01)

Durante todo o ano de 2006, a taxa de ocupação cresceu em relação aos anos anteriores. Em 2005, a ocupação média anual foi de 58,7%. Em 2006, chegou a 65%. A média de ocupação dos hotéis da capital bateu recorde em outubro de 2006, com 78,21% e crescimento de 23,26% em relação ao mesmo mês de 2005 e de 20,39% em relação a de setembro de 2006.

Setor de estabelecimentos hoteleiros paulistanos comemora aumento de 10% na ocupação média em 2006. A categoria mais favorecida foi a dos hotéis de luxo. Ocupação média passou de 42,11% em 2005 para 54,26% em 2006 – 12 pontos percentuais a mais ou 29%.

Pelo levantamento da SPTuris, o incremento na ocupação dos hotéis da capital entre 2005 e 2006 foi de 6 pontos percentuais ou 10,2% em um ano. Pelos dados do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), que congrega as grandes redes nacionais e internacionais, o crescimento ficou em 5,4 pontos percentuais ou 9,8%.

A média de ocupação, segunda pesquisa realizada mês a mês pela Coordenadoria de Informação e Pesquisa da SPTuris, chegou a 65%, um valor histórico tendo em vista o crescimento expressivo e desordenado do número de hotéis e quartos na capital paulista nos últimos anos. Houve meses de 2006, como agosto e outubro, em que a ocupação bateu recordes de quase 80%.

Ao analisar o incremento na ocupação por categoria de hotel, observa-se aumento na movimentação de valores no segmento hoteleiro, uma vez que a categoria mais favorecida foi a dos hotéis de luxo. A ocupação média passou de 42,11% em 2005 para 54,26% em 2006, mais de 12 pontos percentuais de incremento ou 29%. Na categoria superior (equivalente à antiga 4 estrelas), a subida foi de 54,1% em 2005 para 59,1% em 2006 – variação de 5 pontos percentuais ou 9,2%.

Já o segmento de hotéis econômicos ou supereconômicos não tem do que reclamar – a ocupação média superou os 70% em 2005 e em 2006, comprovando ser este o setor mais favorecido dos 46 mil apartamentos disponíveis na capital – 73,6% em 2005 e 72,6% em 2006, variação de apenas 1 ponto percentual para menos, provavelmente por absorção de hóspedes por estabelecimentos de categorias superiores.


   
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